Sobe para 49 o número de mortos em protestos no Egito

Egípcios exibem a bandeira nacional e imagem do chefe militar Abdel Fatah Al-Sisi em uma das manifestações no centro do Cairo em 25 de janeiro de 2014
Ahmed Taranh/AFP
A véspera do terceiro aniversário da revolução do Egito, que derrubou o ditador Hosni Mubarak em 2011, é marcada por uma onda de violência, que já deixou 49 mortos, 250 feridos e mais de 1.000 detidos neste fim de semana, em confrontos entre a polícia, opositores e adeptos do presidente Mohamed Morsi, deposto em um golpe militar em julho do ano passado. Em confrontos entre a polícia e membros da Irmandade Muçulmana, 18 pessoas foram mortas no Cairo. A praça Tahrir teve a segurança reforçada, mas os confrontos seguiram pelas ruas ao redor e em outras cidades pelo país.

No centro da praça Tahrir, um grande sinal foi erguido com o pedido de que o General Abdel Fattah Al Sisi concorra à presidência. Três anos antes, uma bandeira foi erguida no mesmo local com o pedido de renúncia de Mubarak.
Na praça, dois jornalistas precisaram ser escoltados, após serem acusados pela multidão de fazer parte do canal de televisão Al Jazeera, visto no Egito como suporte da Irmandade Muçulmana.
Neste domingo, na Península de Sinai, quatro soldados egípcios foram mortos e mais nove ficaram feridos em ataques contra o exército na península de Sinai neste domingo, informaram fontes oficiais. Os ataques ocorreram contra um ônibus que fazia o transporte dos soldados próximo a um posto militar no norte de Sinai.

Fonte: Veja

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