Malásia diz que 25 países ajudam nas buscas por voo desaparecido

O ministro de Transportes da Malásia, Hishammuddin Hussein, disse em uma entrevista para a imprensa neste domingo (16) que 25 países estão envolvidos nas buscas pelo voo MH-370, da Malaysia Airlines, desaparecido há nove dias desde que decolou de Kuala Lumpur em direção a Pequim.
Como agora se sabe que o Boeing 777 com 239 pessoas foi intencionalmente desviado de sua rota original, a investigação recai sobre todos que estavam no avião. Segundo o ministro, o piloto e o copiloto não pediram para voar juntos.
O chefe da polícia malaio, Khalid Abu Bakar, disse também neste domingo que está aguardando para que alguns países enviem informações sobre o perfil de passageiros que estavam no voo da Malaysia Airlines. Segundo Bakar, a polícia também está investigando funcionários do aeroporto e está intensificando as buscas sobre a vida do piloto e copiloto - eles examinam o simulador de voo encontrado na casa do piloto, por exemplo.
O chefe da aviação civil do país disse ainda que é possível que o avião estivesse em solo quando emitiu sinais, e que foi pedido para EUA, França e China enviarem mais dados de satélites.
Uma fonte militar malaia afirmou à agência de notícias France Presse que os investigadores acreditam que o avião pode ter sido desviado para o Índico por uma pessoa com profundo conhecimento das rotas aéreas e das posições dos radares. "Com certeza seria um piloto experiente, competente e em atividade", disse a fonte, que, no entanto, não revelou se as suspeitas apontam para um sequestrador entre os passageiros ou um integrante da tripulação.
O avião saiu de Kuala Lumpur às 0h41 locais do sábado (13h41 de Brasília da sexta-feira) e tinha previsão de chegada a Pequim cerca de seis horas mais tarde, mas desapareceu dos radares 40 minutos depois da decolagem.
O Boeing tinha combustível para 7 horas e meia de voo, segundo a Malaysia Airlines, e transportava 239 pessoas: 227 passageiros, entre eles duas crianças, e uma tripulação de 12 malaios.
G1

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