Governo realiza pesquisa para o Plano de Mobilidade Urbana de Maceió e Rio Largo

Movimento. Talvez seja esta a melhor palavra para definir uma cidade. Nela ninguém fica parado. As pessoas estão sempre indo de um lugar para outro. A pé, de bicicleta, de moto, de carro ou mesmo utilizando um transporte coletivo. Para conhecer melhor esses movimentos humanos, o Governo de Alagoas, em parceria com a Prefeitura de Maceió, está realizando uma pesquisa que vai ajudar a elaborar o Plano de Mobilidade Urbana de Maceió/Rio Largo 2014.

“Eu tenho que conhecer como funciona a dinâmica da cidade de um modo geral. De todos os bairros, de todas as classes sociais, de todos os modos de transportes, por todos os motivos de viagens, sejam eles quais forem”, explica a superintendente de Transportes da Secretaria da Infraestrutura de Alagoas, Roberta Garcia Gomes.

Durante a pesquisa, serão visitados aproximadamente dois mil e novecentos domicílios em Maceió e nos municípios de Satuba e Rio Largo.  Basicamente, os pesquisadores – que já estão nas ruas -  vão perguntar como as pessoas se deslocaram no dia anterior. A pesquisa quer saber o motivo do deslocamento e o tempo gasto em cada um deles, além de outras informações de caráter socioeconômico.

“Eu vou ter lá famílias de classe C que devem usar mais o transporte coletivo. Eu vou ter lá famílias de classes A e B, que vão usar mais o carro, a moto. Só que isso nós só vamos saber com precisão depois que pegarmos esses dados com as pessoas”, disse o coordenador geral da pesquisa, Anderson Pereira da Silva.

Mas o trabalho do pesquisador, principalmente nos bairros de classe média alta, não tem sido fácil. “Fui em doze prédios, consegui duas entrevistas. Nos outros dez, não tive acesso nem à pessoa responsável para conversar”, constatou o pesquisador Carlos Eduardo Tirotti.

Para a superintendente de Transporte da Secretaria de Estado da Infraestrutura, o Plano de Mobilidade Urbana vai identificar todas as necessidades de deslocamento, buscando adequar a cidade às demandas de todos os usuários das vias públicas – pedestres, ciclistas, motociclistas, motoristas e usuários de transporte coletivo -, sem exceção. Por isso, ela chama atenção para a necessidade de receber o pesquisador.  “Tentem dar o máximo possível de informação ao pesquisador para que a gente de fato possa ter uma pesquisa que contribua para o fim a que ela se destina”, apelou a superintendente.

Fonte: Agencia Alagoas

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